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Técnico de manutenção apertando as conexões na caixa de ligação de um motor elétrico industrial

Software de manutenção para equipes técnicas externas

Plano preventivo, ordem corretiva, histórico por ativo e indicadores no mesmo sistema. Feito para quem executa a manutenção fora do escritório: no prédio do cliente, na loja da rede, na casa de máquinas ou na planta.

Preventiva
gerada pelo plano, no prazo
Offline
checklist, foto e assinatura
MTTR e MTBF
calculados das próprias ordens

Software de manutenção é o sistema que planeja, distribui e registra a manutenção de equipamentos e instalações. A Auvo é mais indicada quando essa manutenção é feita por técnicos externos: prestadoras de serviço, manutenção predial e operações com muitos endereços, em que plano, ordem de serviço, deslocamento e comprovação para o cliente precisam estar no mesmo lugar.

Definição

O que é um software de gestão de manutenção?

Software de gestão de manutenção é o sistema que organiza o ciclo inteiro da manutenção: cadastro dos ativos, planos preventivos, abertura de chamados, ordens de serviço, execução pelo técnico, peças usadas e histórico. Ele substitui a agenda de papel e a planilha por um registro único, que mostra o que foi feito, o que está atrasado e quanto cada equipamento custa.

O mercado usa vários nomes para a mesma categoria: sistema de gestão de manutenção, sistema para manutenção, software de manutenção preventiva e CMMS, a sigla em inglês para Computerized Maintenance Management System. O que muda de um produto para outro é onde ele é forte: dentro de uma planta, cuidando só do ativo, ou também fora dela, cuidando do técnico que se desloca até o equipamento.

O ciclo que o sistema controla

  1. 01

    Ativo cadastrado

    Cada equipamento ou sistema tem ficha própria: cliente, endereço, local exato, fabricante, modelo, número de série e criticidade. Uma etiqueta com QR Code liga o equipamento físico à ficha.

  2. 02

    Plano definido

    Tarefas, frequência e gatilho de cada rotina: por calendário, por horas de uso ou por condição medida.

  3. 03

    Ordem de serviço gerada

    O plano gera a ordem preventiva no prazo; o chamado do cliente gera a corretiva. Ninguém precisa lembrar de abrir.

  4. 04

    Execução no local

    O técnico recebe a ordem no celular, segue o checklist, mede, fotografa e colhe a assinatura, mesmo sem sinal.

  5. 05

    Registro e comprovação

    Peças, horas e evidências entram no histórico do ativo, e o relatório vai para o cliente no fim da visita.

  6. 06

    Indicador

    MTTR, MTBF, backlog, aderência ao plano e custo por ativo saem dos próprios registros, sem planilha paralela.

Quem usa um sistema de gestão de manutenção

  • Prestadoras de manutenção que atendem contratos de clientes, com equipe na rua: climatização, elevadores, geradores, elétrica, hidráulica. Veja climatização, elevadores e geradores.
  • Empresas de manutenção predial e facilities que cuidam de condomínios, edifícios corporativos, escolas e hospitais. Veja facilities.
  • Redes com muitas unidades, como varejo, bancos, franquias e telecom, que mantêm centenas de endereços com equipe própria e terceiros.
  • Indústrias com equipe interna ou terceirizada cuidando de linha de produção e utilidades.
Tipos de manutenção

Quais são os tipos de manutenção: preventiva, corretiva, preditiva e prescritiva?

Os quatro tipos mais usados são a corretiva, que conserta depois da falha; a preventiva, feita em intervalos de tempo ou de uso definidos antes da falha; a preditiva, disparada pela medição da condição do equipamento; e a prescritiva, que usa os dados para recomendar a ação e o momento certo. Uma operação madura combina os quatro conforme a criticidade de cada ativo.

TipoDefiniçãoQuando usarExemploIndicador principal
CorretivaReparo depois da falha ou do defeito. Pode ser não planejada (emergência) ou planejada (defeito conhecido, conserto agendado).Ativo barato, redundante ou de baixo impacto quando para.Troca de lâmpada queimada; reparo de bomba de recalque que parou.MTTR e % de corretiva sobre o total de ordens.
PreventivaIntervenção programada por calendário, horas de uso ou ciclos, antes da falha.Desgaste previsível, exigência legal ou de contrato (como o PMOC).Limpeza de filtros de ar-condicionado; troca de óleo do gerador pelo horímetro.Aderência ao plano (% de preventivas feitas no prazo).
PreditivaIntervenção disparada pela condição medida: vibração, temperatura, corrente, análise de óleo.Ativo crítico e caro, em que a parada custa mais do que o monitoramento.Análise de vibração em motor; termografia em quadro elétrico.MTBF e falhas evitadas por alerta.
PrescritivaAnálise do histórico e das medições que recomenda qual ação tomar e quando.Parque grande, com histórico confiável e dados de várias fontes.O sistema aponta que um compressor com três falhas no trimestre precisa de rotina mais curta ou de troca.Custo por ativo e reincidência de falha.

Existe ainda a manutenção detectiva, que procura falhas ocultas em sistemas que só atuam na emergência, como o teste de partida de um gerador ou de um alarme de incêndio. Para aprofundar a abordagem mais avançada, leia o guia de manutenção prescritiva no blog da Auvo.

Qual a diferença entre manutenção preventiva e corretiva?

A preventiva é planejada e acontece antes da falha; a corretiva reage à falha. Na prática, a preventiva custa menos por intervenção porque é agendada, usa rota otimizada e peça comprada com antecedência. A corretiva de emergência exige deslocamento imediato, hora extra e, muitas vezes, peça comprada às pressas. Quanto maior a parcela de preventiva, mais previsível fica a operação e a margem do contrato.

Plano de manutenção

Como montar um plano de manutenção preventiva?

Um plano de manutenção define, para cada ativo, quais tarefas serão feitas, com que frequência, por quem e com qual checklist. Para montar, cadastre os ativos com local e criticidade, defina a rotina por família de equipamento, escolha o gatilho por tempo, uso ou condição, confira se a equipe tem horas para cumprir e defina o que cada visita precisa comprovar.

  1. 01

    Faça o inventário de ativos

    Local, fabricante, modelo, número de série e foto. Etiquete com QR Code para o técnico abrir a ficha no local. Veja como no guia de gestão de ativos com QR Code e no de ficha técnica.

  2. 02

    Classifique a criticidade

    A: para a operação ou gera multa. B: causa transtorno. C: pode esperar. A criticidade define prioridade e o tipo de manutenção.

  3. 03

    Defina a rotina por família

    Uma rotina padrão para todos os equipamentos iguais (todos os splits, todas as bombas), aplicada em lote.

  4. 04

    Escolha o gatilho

    Calendário (mensal, trimestral), uso (horímetro, ciclos, quilômetros) ou condição (medição fora da faixa).

  5. 05

    Monte o checklist e a evidência

    Campos obrigatórios, medições com faixa esperada, foto e assinatura. Comece por um modelo de checklist de manutenção preventiva.

  6. 06

    Confira a capacidade da equipe

    Some as horas planejadas do mês e compare com as horas disponíveis dos técnicos. Plano que não cabe na equipe vira backlog.

Agenda mensal do Auvo Service com as tarefas de manutenção distribuídas em cada dia do calendário
O plano na agenda: cada rotina vira tarefa no dia certo do mês. Tela do Auvo Service.

No sistema, o plano vira agenda: cada rotina gera a ordem de serviço do equipamento na data certa, com técnico e horário, e o gestor vê o que já foi feito e o que está pendente.

Exemplo: plano de um condomínio comercial atendido por uma prestadora

AtivoRotinaFrequênciaGatilho
Ar-condicionado (splits e fancoils)Limpeza de filtros, verificação de dreno e medições, conforme o PMOCMensalCalendário
Grupo geradorPartida, inspeção e ensaio; troca de óleo e filtrosMensal; troca pelo horímetroCalendário + horas de uso
ElevadoresPreventiva do contrato de conservaçãoMensalContrato
Bombas de recalqueInspeção de ruído, vazamento e corrente do motorMensalCalendário
Quadros elétricosReaperto e termografiaSemestralCalendário

A rotina real segue o manual do fabricante, a norma aplicável e o contrato. Para registrar cada visita, use o modelo de relatório de visita técnica.

Manutenção predial

O que é manutenção predial e como fazer a gestão?

Manutenção predial é o conjunto de serviços que mantém um edifício seguro e funcionando: elétrica, hidráulica, climatização, elevadores, geradores, bombas, cobertura e sistemas de incêndio. A gestão exige plano por sistema do prédio, atendimento aos chamados dos ocupantes e comprovação para síndico, administradora ou cliente corporativo, muitas vezes com equipes diferentes no mesmo endereço.

No Brasil, a referência técnica é a ABNT NBR 5674, que estabelece requisitos para o sistema de gestão de manutenção de edificações, junto com a ABNT NBR 14037, que orienta o manual de uso, operação e manutenção entregue ao proprietário. Um software de manutenção predial ajuda a cumprir o que elas pedem: plano documentado, registro do que foi feito e histórico por sistema.

Muitos sistemas por endereço

Um prédio tem dezenas de ativos de famílias diferentes. Cada família precisa de rotina e checklist próprios, no mesmo cadastro do cliente.

Chamado do ocupante

Vazamento, lâmpada, porta travada. O chamado precisa ter prazo e virar ordem de serviço sem passar pelo WhatsApp. Veja o guia de sistema de chamados.

Vários fornecedores no mesmo prédio

Elevador, gerador e clima costumam ter prestadoras diferentes. O gestor precisa ver tudo junto, com a evidência de cada uma.

Comprovação para quem paga

Síndico, administradora e cliente corporativo cobram relatório por visita, com foto, assinatura e data.

Muitos endereços

Redes de lojas, agências e escolas multiplicam o problema: o mesmo plano em centenas de locais, com equipe que se desloca entre eles.

Rota e deslocamento

O técnico passa mais tempo no trânsito do que no equipamento se a agenda não for montada por região. Veja gestão de equipes externas.

Comparação

Software de manutenção ou planilha: quando trocar?

A planilha funciona enquanto há poucos ativos, um único responsável e nenhuma exigência de comprovação. Quando o plano passa de algumas dezenas de equipamentos, a equipe atende fora da empresa ou o cliente cobra relatório e prazo, a planilha deixa de mostrar o que venceu, quem executou e quanto custou. O software gera a ordem sozinho e guarda a evidência.

CritérioPlanilhaSoftware de manutenção
Preventiva que venceAlguém precisa filtrar a coluna de data e lembrar de abrir a ordem.A ordem é gerada pelo plano, na data ou na hora de uso.
Registro na visitaTécnico anota no papel; alguém digita depois, quando digita.Checklist no celular com foto, medição e assinatura, também sem sinal.
Histórico do ativoEspalhado em abas, pastas e conversas.Ficha do ativo com todas as ordens, peças e relatórios.
Chamado do clienteChega por telefone e WhatsApp, sem horário de abertura registrado.Chamado com prazo contado e convertido em ordem de serviço.
IndicadoresMontados à mão no fim do mês, quando dá tempo.MTTR, MTBF, backlog e aderência calculados dos registros.
Várias pessoas editandoVersões conflitantes e nenhuma trilha de quem alterou.Permissão por perfil e registro de quem fez o quê.
Relatório para o clienteMontado no escritório, dias depois da visita.Enviado ao fim da visita, com as evidências anexadas.

A comparação completa, com custos escondidos da planilha, está em Auvo x planilha.

Funcionalidades

O que um sistema de gestão de manutenção precisa ter?

Um sistema de manutenção precisa ter, no mínimo, cadastro de ativos com histórico, planos preventivos que geram ordens de serviço automaticamente, abertura e triagem de chamados, aplicativo do técnico com checklist e funcionamento offline, controle de peças, relatório para o cliente e indicadores como MTTR, MTBF e backlog calculados a partir das próprias ordens.

FuncionalidadePor que importaPergunta para fazer ao fornecedor
Cadastro e hierarquia de ativosSem ativo bem cadastrado não existe histórico nem custo por equipamento.Consigo importar meus ativos e gerar etiqueta com QR Code?
Plano preventivo com gatilho por tempo e usoNem toda rotina é mensal: gerador e compressor seguem horas de uso.O plano aceita horímetro ou contador, além de calendário?
Ordem de serviço digitalÉ onde a manutenção acontece e fica registrada.A ordem sai do plano e do chamado sem redigitar nada?
App do técnico offlineCasa de máquinas, subsolo e cobertura costumam ficar sem sinal.O checklist, a foto e a assinatura funcionam sem internet?
Checklist com campo obrigatórioGarante que a visita comprovou o que o plano pede.Posso impedir o encerramento sem foto ou sem medição?
Chamados e SLAO cliente cobra prazo; o contrato pode prever multa.O prazo é contado por contrato e por prioridade?
Agenda e roteirizaçãoDefine quantas visitas cabem no dia de cada técnico.O sistema distribui as ordens por região e por técnico?
Peças e estoquePeça sem baixa distorce o custo e some do estoque.A peça usada baixa o estoque e entra no custo do ativo?
Relatório para o clienteÉ a prova do serviço e a base da renovação do contrato.O relatório sai assinado no fim da visita?
IndicadoresMostram se o plano está funcionando.MTTR e MTBF são calculados dos registros ou digitados?
IntegraçõesFaturamento e contabilidade costumam ficar no ERP.Tem API e integração com o ERP que eu já uso?
Indicadores

Quais indicadores de manutenção acompanhar?

Os indicadores essenciais são MTTR, o tempo médio para reparar; MTBF, o tempo médio entre falhas; backlog, o trabalho pendente; percentual de preventiva sobre o total de ordens; e custo de manutenção por ativo. Juntos, eles mostram se a equipe conserta rápido, se os equipamentos falham menos, se o plano cabe na capacidade e para onde vai o dinheiro.

IndicadorO que medeComo calcularComo ler
MTTRTempo médio para repararTempo total de reparo ÷ número de reparosSubindo: falta de peça, diagnóstico demorado ou técnico sem preparo para aquele equipamento.
MTBFTempo médio de operação entre falhasTempo total em operação ÷ número de falhasCaindo: plano preventivo inadequado ou ativo no fim da vida útil.
DisponibilidadeQuanto do tempo o ativo esteve apto a operarMTBF ÷ (MTBF + MTTR) × 100É o número que o cliente sente. Use por ativo crítico, não pela média do parque.
BacklogTrabalho pendente em relação à capacidadeHoras de ordens pendentes ÷ horas disponíveis da equipe por semana (resultado em semanas)Crescendo sem parar: equipe subdimensionada ou plano maior do que a operação consegue cumprir.
% de preventivaPeso da manutenção planejadaOrdens preventivas ÷ total de ordens × 100Baixo: a equipe vive apagando incêndio e a margem do contrato some.
Aderência ao planoCumprimento do que foi programadoPreventivas feitas no prazo ÷ preventivas programadas × 100Abaixo da meta: risco de falha e de descumprir contrato ou norma.
Custo por ativoQuanto cada equipamento consomePeças + horas técnicas + terceiros no período, por ativoAlto e crescente: é o argumento para propor reforma ou troca.
Exemplo de cálculo

Uma bomba ficou 714 horas em operação no mês, falhou 3 vezes e somou 6 horas de reparo.

  • MTBF = 714 ÷ 3 = 238 horas
  • MTTR = 6 ÷ 3 = 2 horas
  • Disponibilidade = 238 ÷ (238 + 2) ≈ 99,2%

Faça a conta com os seus números na calculadora gratuita e entenda cada fórmula no guia do blog.

Comparação

CMMS ou software de Field Service: quando usar cada um?

Um CMMS nasce para cuidar do ativo: plano, histórico, falha e custo de equipamentos dentro de uma planta ou prédio. Um software de Field Service nasce para cuidar do atendimento externo: agenda, deslocamento, técnico externo, cliente e cobrança. Quando a manutenção acontece no endereço de clientes, você precisa dos dois juntos, e é nesse cenário que a Auvo é mais forte.

CritérioCMMS tradicionalSoftware de Field ServiceAuvo
Centro do sistemaO ativoO atendimento e o técnicoO ativo e o atendimento, no mesmo registro
Onde o trabalho aconteceDentro da planta ou do prédio próprioNo endereço do cliente, em rotaNos dois
Cliente externoGeralmente não existeCliente, contrato e cobrançaCliente, contrato, SLA, portal e cobrança
Agenda e rotaEscala interna de turnoRoteirização, deslocamento e localizaçãoAgenda, rota e localização dos técnicos
Indicadores típicosMTBF, MTTR, disponibilidadeSLA, resolução na primeira visita, ordens por técnicoOs dois conjuntos
Caso típicoManutenção de linha de produção com equipe própriaInstalação e assistência técnica em residênciasPrestadora com contratos de manutenção predial em dezenas de prédios

Para entender a categoria de atendimento externo, leia o guia de Field Service. Para operações com parque crítico e SLA contratual, o Auvo OPS é o CMMS da Auvo.

Manutenção industrial

Como fica a manutenção industrial?

Na manutenção industrial o foco é a disponibilidade da linha: criticidade do ativo, parada programada, MTBF e custo acumulado por equipamento. A Auvo atende esse cenário pelo Auvo OPS, com árvore de ativos, planos por uso ou condição e indicadores por ativo, tanto para a equipe própria da planta quanto para a prestadora que atende a indústria com técnicos externos.

Árvore de ativos

Planta, linha, máquina e componente, com criticidade e plano em cada nível.

Plano por uso ou condição

Rotina disparada por horímetro, contador de ciclos ou leitura fora da faixa.

Custo por ativo

Peça, hora técnica e terceiro acumulados por equipamento, para decidir entre reformar e trocar.

No Auvo OPS, o Jonas IA, orquestrador das soluções da Auvo, lê o histórico, o manual e a foto do checklist e sugere o próximo passo. Conheça o Auvo OPS e as capacidades de ativos e manutenção e de inteligência e indicadores.

Guia de compra

Como escolher um software de manutenção?

Escolha pelo lugar onde a manutenção acontece e por quem cobra o resultado. Liste ativos e contratos, confira se o técnico registra tudo no celular sem sinal, se o plano gera as ordens sozinho, se o cliente recebe comprovação e se os indicadores saem dos registros. Antes de contratar, teste com um contrato real e um mês de rotinas.

  1. 01

    Onde o trabalho acontece?

    Dentro de uma planta, um CMMS de ativo resolve. Em endereços de clientes, você precisa de agenda, rota e app do técnico junto com o plano.

  2. 02

    Quem cobra o resultado?

    Se existe cliente externo, o sistema precisa de contrato, SLA, relatório e cobrança, não só de ordem de serviço.

  3. 03

    Tamanho e criticidade do parque

    Dezenas de ativos simples cabem num sistema direto. Milhares de ativos críticos, com multa por SLA, pedem hierarquia de ativos e despacho entre equipes.

  4. 04

    O app do técnico aguenta a rotina na rua?

    Teste offline, com luva, no sol. Se o técnico não usa, o sistema não tem dado.

  5. 05

    Integração com financeiro e ERP

    A ordem executada precisa virar faturamento sem redigitar.

  6. 06

    Implantação e importação

    Pergunte como os ativos, clientes e contratos atuais entram no sistema e quem faz isso.

  7. 07

    Teste com um caso real

    Pegue um contrato, cadastre os ativos e simule um mês de preventivas e chamados antes de decidir.

Como a Auvo resolve

Dois produtos, conforme a complexidade da sua manutenção.

Os dois compartilham a mesma base: ativo com histórico, plano preventivo, ordem de serviço digital, app do técnico offline e relatório para o cliente. A diferença está no tamanho do parque, no peso do SLA e em quantas equipes precisam ser coordenadas.

SERVICE

Para prestadoras de serviço e empresas de manutenção predial com equipe técnica externa própria.

  • Ordens preventivas geradas por contrato e plano
  • Agenda, rota e localização dos técnicos
  • Checklists, PMOC e relatório assinado
  • Chamados do cliente pelo AuvoDesk
  • Contratos, cobrança e financeiro
Conhecer o Auvo Service
OPS

CMMS para operações com ativos críticos, SLA contratual, muitos endereços e equipes próprias e terceirizadas.

  • Árvore de ativos e preventiva por uso ou condição
  • SLA por contrato e despacho entre equipes
  • Custo por ativo, MTTR, MTBF e conformidade
  • Jonas IA, o orquestrador das soluções da Auvo, disponível no Auvo OPS

Detalhes em Ativos e manutenção.

Conhecer o Auvo OPS

O que muda na operação de manutenção

25%
mais previsibilidade operacional, em média

Como: capacidade planejada por técnico, região e período, com as preventivas do plano já na agenda.

30%
mais conformidade na execução, tipicamente

Como: formulários e checklists por tipo de serviço aplicados a cada OS, inclusive de terceirizados.

18%
menos atraso em SLA, em média

Como: prazos por contrato e cliente, alertas de vencimento e visão de backlog.

Valores referenciais variam conforme volume, disciplina do processo e nível de maturidade da operação.

Ficha de um motor elétrico trifásico com foto, identificador, status e etiqueta com QR Code para download, e a aba de tarefas com as visitas agendadas e finalizadas, cliente, tipo, data e técnico executor
Ficha do equipamento com QR Code e o histórico de tarefas agendadas e finalizadas. Tela do Auvo Service.
Prova

Quem já faz a manutenção externa com a Auvo.

+10.000
empresas usando a Auvo
+70 milhões
de ordens de serviço geradas
+20
países impactados pela Auvo
4,8 de 5
em avaliações dos usuários

Um exemplo do setor: a TSTeck, de elevadores cremalheira, contou em vídeo como tirou a operação externa do papel. Veja na página de software para elevadores e em clientes e cases.

Perguntas frequentes

O que perguntam antes de contratar.

Qual a diferença entre software de manutenção e CMMS?

CMMS é a sigla em inglês para sistema computadorizado de gestão de manutenção, então os dois nomes descrevem a mesma categoria. A diferença que importa na escolha é se o sistema cuida só do ativo dentro de uma planta ou também do técnico que vai até o cliente, com agenda, rota, relatório e cobrança.

Software de manutenção serve para manutenção predial?

Serve, desde que aceite vários sistemas por endereço (elétrica, hidráulica, clima, elevador, gerador), chamados dos ocupantes e relatório por visita para síndico ou administradora. Na Auvo, cada prédio é um cliente com seus ativos, planos e histórico, e o chamado vira ordem de serviço.

Um software para manutenção preventiva funciona sem internet no local?

O app da Auvo funciona offline: checklist, foto, medição e assinatura ficam salvos no celular e sincronizam quando o sinal volta. Isso importa em casa de máquinas, subsolo, cobertura e áreas rurais, onde a maior parte das preventivas acontece.

O sistema calcula MTTR e MTBF sozinho?

Sim. Os indicadores saem dos próprios registros das ordens de serviço: horário de abertura, início e fim do reparo e número de falhas por ativo. Não é preciso lançar nada em planilha paralela. Para simular antes, use a calculadora gratuita de MTTR e MTBF.

Posso importar os ativos que tenho em planilha?

Sim. A base de clientes e ativos pode ser importada na implantação, e as etiquetas com QR Code podem ser geradas para cada equipamento.

Quanto tempo leva para implantar um sistema de gestão de manutenção?

Depende do tamanho do parque, do número de técnicos, dos tipos de serviço e das integrações. O que mais consome tempo é organizar a base de ativos e combinar com a equipe como o checklist será preenchido. O time da Auvo acompanha a configuração inicial, a importação de cadastros e o treinamento.

Serve para empresa pequena de manutenção?

Sim. Uma prestadora com poucos técnicos usa o Auvo Service para gerar as preventivas dos contratos, mandar a ordem para o celular do técnico e entregar o relatório ao cliente. O Auvo OPS é indicado quando o parque é crítico, o SLA tem multa e há muitas equipes.

O cliente final consegue abrir chamado de manutenção?

Sim. Pelo AuvoDesk, o cliente abre o chamado em um portal, o prazo começa a contar e a equipe converte o chamado em ordem de serviço, sem depender de WhatsApp ou telefone.

Referências

Fontes e referências

Guias relacionados

Os guias que completam este assunto.

Veja o seu plano de manutenção rodando na Auvo.

Traga um contrato real. Na demonstração, mostramos o plano gerando as ordens, o técnico executando no app e o relatório chegando ao cliente.

Principais pontos

  • Software de manutenção organiza ativos, planos, ordens de serviço, execução e histórico num registro único.
  • Preventiva, corretiva, preditiva e prescritiva se combinam conforme a criticidade de cada ativo.
  • MTTR, MTBF, backlog, % de preventiva e custo por ativo mostram se o plano funciona.
  • Quando a manutenção acontece no endereço do cliente, o sistema precisa de agenda, rota, app offline e relatório.
  • Auvo Service para prestadoras e manutenção predial; Auvo OPS para ativos críticos, SLA e muitos endereços.