Software de manutenção é o sistema que planeja, distribui e registra a manutenção de equipamentos e instalações. A Auvo é mais indicada quando essa manutenção é feita por técnicos externos: prestadoras de serviço, manutenção predial e operações com muitos endereços, em que plano, ordem de serviço, deslocamento e comprovação para o cliente precisam estar no mesmo lugar.
Software de gestão de manutenção é o sistema que organiza o ciclo inteiro da manutenção: cadastro dos ativos, planos preventivos, abertura de chamados, ordens de serviço, execução pelo técnico, peças usadas e histórico. Ele substitui a agenda de papel e a planilha por um registro único, que mostra o que foi feito, o que está atrasado e quanto cada equipamento custa.
O mercado usa vários nomes para a mesma categoria: sistema de gestão de manutenção, sistema para manutenção, software de manutenção preventiva e CMMS, a sigla em inglês para Computerized Maintenance Management System. O que muda de um produto para outro é onde ele é forte: dentro de uma planta, cuidando só do ativo, ou também fora dela, cuidando do técnico que se desloca até o equipamento.
Os quatro tipos mais usados são a corretiva, que conserta depois da falha; a preventiva, feita em intervalos de tempo ou de uso definidos antes da falha; a preditiva, disparada pela medição da condição do equipamento; e a prescritiva, que usa os dados para recomendar a ação e o momento certo. Uma operação madura combina os quatro conforme a criticidade de cada ativo.
| Tipo | Definição | Quando usar | Exemplo | Indicador principal |
|---|---|---|---|---|
| Corretiva | Reparo depois da falha ou do defeito. Pode ser não planejada (emergência) ou planejada (defeito conhecido, conserto agendado). | Ativo barato, redundante ou de baixo impacto quando para. | Troca de lâmpada queimada; reparo de bomba de recalque que parou. | MTTR e % de corretiva sobre o total de ordens. |
| Preventiva | Intervenção programada por calendário, horas de uso ou ciclos, antes da falha. | Desgaste previsível, exigência legal ou de contrato (como o PMOC). | Limpeza de filtros de ar-condicionado; troca de óleo do gerador pelo horímetro. | Aderência ao plano (% de preventivas feitas no prazo). |
| Preditiva | Intervenção disparada pela condição medida: vibração, temperatura, corrente, análise de óleo. | Ativo crítico e caro, em que a parada custa mais do que o monitoramento. | Análise de vibração em motor; termografia em quadro elétrico. | MTBF e falhas evitadas por alerta. |
| Prescritiva | Análise do histórico e das medições que recomenda qual ação tomar e quando. | Parque grande, com histórico confiável e dados de várias fontes. | O sistema aponta que um compressor com três falhas no trimestre precisa de rotina mais curta ou de troca. | Custo por ativo e reincidência de falha. |
Existe ainda a manutenção detectiva, que procura falhas ocultas em sistemas que só atuam na emergência, como o teste de partida de um gerador ou de um alarme de incêndio. Para aprofundar a abordagem mais avançada, leia o guia de manutenção prescritiva no blog da Auvo.
A preventiva é planejada e acontece antes da falha; a corretiva reage à falha. Na prática, a preventiva custa menos por intervenção porque é agendada, usa rota otimizada e peça comprada com antecedência. A corretiva de emergência exige deslocamento imediato, hora extra e, muitas vezes, peça comprada às pressas. Quanto maior a parcela de preventiva, mais previsível fica a operação e a margem do contrato.
Um plano de manutenção define, para cada ativo, quais tarefas serão feitas, com que frequência, por quem e com qual checklist. Para montar, cadastre os ativos com local e criticidade, defina a rotina por família de equipamento, escolha o gatilho por tempo, uso ou condição, confira se a equipe tem horas para cumprir e defina o que cada visita precisa comprovar.
No sistema, o plano vira agenda: cada rotina gera a ordem de serviço do equipamento na data certa, com técnico e horário, e o gestor vê o que já foi feito e o que está pendente.
| Ativo | Rotina | Frequência | Gatilho |
|---|---|---|---|
| Ar-condicionado (splits e fancoils) | Limpeza de filtros, verificação de dreno e medições, conforme o PMOC | Mensal | Calendário |
| Grupo gerador | Partida, inspeção e ensaio; troca de óleo e filtros | Mensal; troca pelo horímetro | Calendário + horas de uso |
| Elevadores | Preventiva do contrato de conservação | Mensal | Contrato |
| Bombas de recalque | Inspeção de ruído, vazamento e corrente do motor | Mensal | Calendário |
| Quadros elétricos | Reaperto e termografia | Semestral | Calendário |
A rotina real segue o manual do fabricante, a norma aplicável e o contrato. Para registrar cada visita, use o modelo de relatório de visita técnica.
Manutenção predial é o conjunto de serviços que mantém um edifício seguro e funcionando: elétrica, hidráulica, climatização, elevadores, geradores, bombas, cobertura e sistemas de incêndio. A gestão exige plano por sistema do prédio, atendimento aos chamados dos ocupantes e comprovação para síndico, administradora ou cliente corporativo, muitas vezes com equipes diferentes no mesmo endereço.
No Brasil, a referência técnica é a ABNT NBR 5674, que estabelece requisitos para o sistema de gestão de manutenção de edificações, junto com a ABNT NBR 14037, que orienta o manual de uso, operação e manutenção entregue ao proprietário. Um software de manutenção predial ajuda a cumprir o que elas pedem: plano documentado, registro do que foi feito e histórico por sistema.
A planilha funciona enquanto há poucos ativos, um único responsável e nenhuma exigência de comprovação. Quando o plano passa de algumas dezenas de equipamentos, a equipe atende fora da empresa ou o cliente cobra relatório e prazo, a planilha deixa de mostrar o que venceu, quem executou e quanto custou. O software gera a ordem sozinho e guarda a evidência.
| Critério | Planilha | Software de manutenção |
|---|---|---|
| Preventiva que vence | Alguém precisa filtrar a coluna de data e lembrar de abrir a ordem. | A ordem é gerada pelo plano, na data ou na hora de uso. |
| Registro na visita | Técnico anota no papel; alguém digita depois, quando digita. | Checklist no celular com foto, medição e assinatura, também sem sinal. |
| Histórico do ativo | Espalhado em abas, pastas e conversas. | Ficha do ativo com todas as ordens, peças e relatórios. |
| Chamado do cliente | Chega por telefone e WhatsApp, sem horário de abertura registrado. | Chamado com prazo contado e convertido em ordem de serviço. |
| Indicadores | Montados à mão no fim do mês, quando dá tempo. | MTTR, MTBF, backlog e aderência calculados dos registros. |
| Várias pessoas editando | Versões conflitantes e nenhuma trilha de quem alterou. | Permissão por perfil e registro de quem fez o quê. |
| Relatório para o cliente | Montado no escritório, dias depois da visita. | Enviado ao fim da visita, com as evidências anexadas. |
A comparação completa, com custos escondidos da planilha, está em Auvo x planilha.
Um sistema de manutenção precisa ter, no mínimo, cadastro de ativos com histórico, planos preventivos que geram ordens de serviço automaticamente, abertura e triagem de chamados, aplicativo do técnico com checklist e funcionamento offline, controle de peças, relatório para o cliente e indicadores como MTTR, MTBF e backlog calculados a partir das próprias ordens.
| Funcionalidade | Por que importa | Pergunta para fazer ao fornecedor |
|---|---|---|
| Cadastro e hierarquia de ativos | Sem ativo bem cadastrado não existe histórico nem custo por equipamento. | Consigo importar meus ativos e gerar etiqueta com QR Code? |
| Plano preventivo com gatilho por tempo e uso | Nem toda rotina é mensal: gerador e compressor seguem horas de uso. | O plano aceita horímetro ou contador, além de calendário? |
| Ordem de serviço digital | É onde a manutenção acontece e fica registrada. | A ordem sai do plano e do chamado sem redigitar nada? |
| App do técnico offline | Casa de máquinas, subsolo e cobertura costumam ficar sem sinal. | O checklist, a foto e a assinatura funcionam sem internet? |
| Checklist com campo obrigatório | Garante que a visita comprovou o que o plano pede. | Posso impedir o encerramento sem foto ou sem medição? |
| Chamados e SLA | O cliente cobra prazo; o contrato pode prever multa. | O prazo é contado por contrato e por prioridade? |
| Agenda e roteirização | Define quantas visitas cabem no dia de cada técnico. | O sistema distribui as ordens por região e por técnico? |
| Peças e estoque | Peça sem baixa distorce o custo e some do estoque. | A peça usada baixa o estoque e entra no custo do ativo? |
| Relatório para o cliente | É a prova do serviço e a base da renovação do contrato. | O relatório sai assinado no fim da visita? |
| Indicadores | Mostram se o plano está funcionando. | MTTR e MTBF são calculados dos registros ou digitados? |
| Integrações | Faturamento e contabilidade costumam ficar no ERP. | Tem API e integração com o ERP que eu já uso? |
Os indicadores essenciais são MTTR, o tempo médio para reparar; MTBF, o tempo médio entre falhas; backlog, o trabalho pendente; percentual de preventiva sobre o total de ordens; e custo de manutenção por ativo. Juntos, eles mostram se a equipe conserta rápido, se os equipamentos falham menos, se o plano cabe na capacidade e para onde vai o dinheiro.
| Indicador | O que mede | Como calcular | Como ler |
|---|---|---|---|
| MTTR | Tempo médio para reparar | Tempo total de reparo ÷ número de reparos | Subindo: falta de peça, diagnóstico demorado ou técnico sem preparo para aquele equipamento. |
| MTBF | Tempo médio de operação entre falhas | Tempo total em operação ÷ número de falhas | Caindo: plano preventivo inadequado ou ativo no fim da vida útil. |
| Disponibilidade | Quanto do tempo o ativo esteve apto a operar | MTBF ÷ (MTBF + MTTR) × 100 | É o número que o cliente sente. Use por ativo crítico, não pela média do parque. |
| Backlog | Trabalho pendente em relação à capacidade | Horas de ordens pendentes ÷ horas disponíveis da equipe por semana (resultado em semanas) | Crescendo sem parar: equipe subdimensionada ou plano maior do que a operação consegue cumprir. |
| % de preventiva | Peso da manutenção planejada | Ordens preventivas ÷ total de ordens × 100 | Baixo: a equipe vive apagando incêndio e a margem do contrato some. |
| Aderência ao plano | Cumprimento do que foi programado | Preventivas feitas no prazo ÷ preventivas programadas × 100 | Abaixo da meta: risco de falha e de descumprir contrato ou norma. |
| Custo por ativo | Quanto cada equipamento consome | Peças + horas técnicas + terceiros no período, por ativo | Alto e crescente: é o argumento para propor reforma ou troca. |
Uma bomba ficou 714 horas em operação no mês, falhou 3 vezes e somou 6 horas de reparo.
Faça a conta com os seus números na calculadora gratuita e entenda cada fórmula no guia do blog.
Um CMMS nasce para cuidar do ativo: plano, histórico, falha e custo de equipamentos dentro de uma planta ou prédio. Um software de Field Service nasce para cuidar do atendimento externo: agenda, deslocamento, técnico externo, cliente e cobrança. Quando a manutenção acontece no endereço de clientes, você precisa dos dois juntos, e é nesse cenário que a Auvo é mais forte.
| Critério | CMMS tradicional | Software de Field Service | Auvo |
|---|---|---|---|
| Centro do sistema | O ativo | O atendimento e o técnico | O ativo e o atendimento, no mesmo registro |
| Onde o trabalho acontece | Dentro da planta ou do prédio próprio | No endereço do cliente, em rota | Nos dois |
| Cliente externo | Geralmente não existe | Cliente, contrato e cobrança | Cliente, contrato, SLA, portal e cobrança |
| Agenda e rota | Escala interna de turno | Roteirização, deslocamento e localização | Agenda, rota e localização dos técnicos |
| Indicadores típicos | MTBF, MTTR, disponibilidade | SLA, resolução na primeira visita, ordens por técnico | Os dois conjuntos |
| Caso típico | Manutenção de linha de produção com equipe própria | Instalação e assistência técnica em residências | Prestadora com contratos de manutenção predial em dezenas de prédios |
Para entender a categoria de atendimento externo, leia o guia de Field Service. Para operações com parque crítico e SLA contratual, o Auvo OPS é o CMMS da Auvo.
Na manutenção industrial o foco é a disponibilidade da linha: criticidade do ativo, parada programada, MTBF e custo acumulado por equipamento. A Auvo atende esse cenário pelo Auvo OPS, com árvore de ativos, planos por uso ou condição e indicadores por ativo, tanto para a equipe própria da planta quanto para a prestadora que atende a indústria com técnicos externos.
Planta, linha, máquina e componente, com criticidade e plano em cada nível.
Rotina disparada por horímetro, contador de ciclos ou leitura fora da faixa.
Peça, hora técnica e terceiro acumulados por equipamento, para decidir entre reformar e trocar.
No Auvo OPS, o Jonas IA, orquestrador das soluções da Auvo, lê o histórico, o manual e a foto do checklist e sugere o próximo passo. Conheça o Auvo OPS e as capacidades de ativos e manutenção e de inteligência e indicadores.
Escolha pelo lugar onde a manutenção acontece e por quem cobra o resultado. Liste ativos e contratos, confira se o técnico registra tudo no celular sem sinal, se o plano gera as ordens sozinho, se o cliente recebe comprovação e se os indicadores saem dos registros. Antes de contratar, teste com um contrato real e um mês de rotinas.
Os dois compartilham a mesma base: ativo com histórico, plano preventivo, ordem de serviço digital, app do técnico offline e relatório para o cliente. A diferença está no tamanho do parque, no peso do SLA e em quantas equipes precisam ser coordenadas.
Para prestadoras de serviço e empresas de manutenção predial com equipe técnica externa própria.
CMMS para operações com ativos críticos, SLA contratual, muitos endereços e equipes próprias e terceirizadas.
Detalhes em Ativos e manutenção.
Conhecer o Auvo OPSValores referenciais variam conforme volume, disciplina do processo e nível de maturidade da operação.
Um exemplo do setor: a TSTeck, de elevadores cremalheira, contou em vídeo como tirou a operação externa do papel. Veja na página de software para elevadores e em clientes e cases.
Traga um contrato real. Na demonstração, mostramos o plano gerando as ordens, o técnico executando no app e o relatório chegando ao cliente.
Software de manutenção é o sistema que planeja, distribui e registra a manutenção de equipamentos e instalações. A Auvo é mais indicada quando essa manutenção é feita por técnicos externos: prestadoras de serviço, manutenção predial e operações com muitos endereços, em que plano, ordem de serviço, deslocamento e comprovação para o cliente precisam estar no mesmo lugar.
Software de gestão de manutenção é o sistema que organiza o ciclo inteiro da manutenção: cadastro dos ativos, planos preventivos, abertura de chamados, ordens de serviço, execução pelo técnico, peças usadas e histórico. Ele substitui a agenda de papel e a planilha por um registro único, que mostra o que foi feito, o que está atrasado e quanto cada equipamento custa.
O mercado usa vários nomes para a mesma categoria: sistema de gestão de manutenção, sistema para manutenção, software de manutenção preventiva e CMMS, a sigla em inglês para Computerized Maintenance Management System. O que muda de um produto para outro é onde ele é forte: dentro de uma planta, cuidando só do ativo, ou também fora dela, cuidando do técnico que se desloca até o equipamento.
Os quatro tipos mais usados são a corretiva, que conserta depois da falha; a preventiva, feita em intervalos de tempo ou de uso definidos antes da falha; a preditiva, disparada pela medição da condição do equipamento; e a prescritiva, que usa os dados para recomendar a ação e o momento certo. Uma operação madura combina os quatro conforme a criticidade de cada ativo.
| Tipo | Definição | Quando usar | Exemplo | Indicador principal |
|---|---|---|---|---|
| Corretiva | Reparo depois da falha ou do defeito. Pode ser não planejada (emergência) ou planejada (defeito conhecido, conserto agendado). | Ativo barato, redundante ou de baixo impacto quando para. | Troca de lâmpada queimada; reparo de bomba de recalque que parou. | MTTR e % de corretiva sobre o total de ordens. |
| Preventiva | Intervenção programada por calendário, horas de uso ou ciclos, antes da falha. | Desgaste previsível, exigência legal ou de contrato (como o PMOC). | Limpeza de filtros de ar-condicionado; troca de óleo do gerador pelo horímetro. | Aderência ao plano (% de preventivas feitas no prazo). |
| Preditiva | Intervenção disparada pela condição medida: vibração, temperatura, corrente, análise de óleo. | Ativo crítico e caro, em que a parada custa mais do que o monitoramento. | Análise de vibração em motor; termografia em quadro elétrico. | MTBF e falhas evitadas por alerta. |
| Prescritiva | Análise do histórico e das medições que recomenda qual ação tomar e quando. | Parque grande, com histórico confiável e dados de várias fontes. | O sistema aponta que um compressor com três falhas no trimestre precisa de rotina mais curta ou de troca. | Custo por ativo e reincidência de falha. |
Existe ainda a manutenção detectiva, que procura falhas ocultas em sistemas que só atuam na emergência, como o teste de partida de um gerador ou de um alarme de incêndio. Para aprofundar a abordagem mais avançada, leia o guia de manutenção prescritiva no blog da Auvo.
A preventiva é planejada e acontece antes da falha; a corretiva reage à falha. Na prática, a preventiva custa menos por intervenção porque é agendada, usa rota otimizada e peça comprada com antecedência. A corretiva de emergência exige deslocamento imediato, hora extra e, muitas vezes, peça comprada às pressas. Quanto maior a parcela de preventiva, mais previsível fica a operação e a margem do contrato.
Um plano de manutenção define, para cada ativo, quais tarefas serão feitas, com que frequência, por quem e com qual checklist. Para montar, cadastre os ativos com local e criticidade, defina a rotina por família de equipamento, escolha o gatilho por tempo, uso ou condição, confira se a equipe tem horas para cumprir e defina o que cada visita precisa comprovar.
No sistema, o plano vira agenda: cada rotina gera a ordem de serviço do equipamento na data certa, com técnico e horário, e o gestor vê o que já foi feito e o que está pendente.
| Ativo | Rotina | Frequência | Gatilho |
|---|---|---|---|
| Ar-condicionado (splits e fancoils) | Limpeza de filtros, verificação de dreno e medições, conforme o PMOC | Mensal | Calendário |
| Grupo gerador | Partida, inspeção e ensaio; troca de óleo e filtros | Mensal; troca pelo horímetro | Calendário + horas de uso |
| Elevadores | Preventiva do contrato de conservação | Mensal | Contrato |
| Bombas de recalque | Inspeção de ruído, vazamento e corrente do motor | Mensal | Calendário |
| Quadros elétricos | Reaperto e termografia | Semestral | Calendário |
A rotina real segue o manual do fabricante, a norma aplicável e o contrato. Para registrar cada visita, use o modelo de relatório de visita técnica.
Manutenção predial é o conjunto de serviços que mantém um edifício seguro e funcionando: elétrica, hidráulica, climatização, elevadores, geradores, bombas, cobertura e sistemas de incêndio. A gestão exige plano por sistema do prédio, atendimento aos chamados dos ocupantes e comprovação para síndico, administradora ou cliente corporativo, muitas vezes com equipes diferentes no mesmo endereço.
No Brasil, a referência técnica é a ABNT NBR 5674, que estabelece requisitos para o sistema de gestão de manutenção de edificações, junto com a ABNT NBR 14037, que orienta o manual de uso, operação e manutenção entregue ao proprietário. Um software de manutenção predial ajuda a cumprir o que elas pedem: plano documentado, registro do que foi feito e histórico por sistema.
A planilha funciona enquanto há poucos ativos, um único responsável e nenhuma exigência de comprovação. Quando o plano passa de algumas dezenas de equipamentos, a equipe atende fora da empresa ou o cliente cobra relatório e prazo, a planilha deixa de mostrar o que venceu, quem executou e quanto custou. O software gera a ordem sozinho e guarda a evidência.
| Critério | Planilha | Software de manutenção |
|---|---|---|
| Preventiva que vence | Alguém precisa filtrar a coluna de data e lembrar de abrir a ordem. | A ordem é gerada pelo plano, na data ou na hora de uso. |
| Registro na visita | Técnico anota no papel; alguém digita depois, quando digita. | Checklist no celular com foto, medição e assinatura, também sem sinal. |
| Histórico do ativo | Espalhado em abas, pastas e conversas. | Ficha do ativo com todas as ordens, peças e relatórios. |
| Chamado do cliente | Chega por telefone e WhatsApp, sem horário de abertura registrado. | Chamado com prazo contado e convertido em ordem de serviço. |
| Indicadores | Montados à mão no fim do mês, quando dá tempo. | MTTR, MTBF, backlog e aderência calculados dos registros. |
| Várias pessoas editando | Versões conflitantes e nenhuma trilha de quem alterou. | Permissão por perfil e registro de quem fez o quê. |
| Relatório para o cliente | Montado no escritório, dias depois da visita. | Enviado ao fim da visita, com as evidências anexadas. |
A comparação completa, com custos escondidos da planilha, está em Auvo x planilha.
Um sistema de manutenção precisa ter, no mínimo, cadastro de ativos com histórico, planos preventivos que geram ordens de serviço automaticamente, abertura e triagem de chamados, aplicativo do técnico com checklist e funcionamento offline, controle de peças, relatório para o cliente e indicadores como MTTR, MTBF e backlog calculados a partir das próprias ordens.
| Funcionalidade | Por que importa | Pergunta para fazer ao fornecedor |
|---|---|---|
| Cadastro e hierarquia de ativos | Sem ativo bem cadastrado não existe histórico nem custo por equipamento. | Consigo importar meus ativos e gerar etiqueta com QR Code? |
| Plano preventivo com gatilho por tempo e uso | Nem toda rotina é mensal: gerador e compressor seguem horas de uso. | O plano aceita horímetro ou contador, além de calendário? |
| Ordem de serviço digital | É onde a manutenção acontece e fica registrada. | A ordem sai do plano e do chamado sem redigitar nada? |
| App do técnico offline | Casa de máquinas, subsolo e cobertura costumam ficar sem sinal. | O checklist, a foto e a assinatura funcionam sem internet? |
| Checklist com campo obrigatório | Garante que a visita comprovou o que o plano pede. | Posso impedir o encerramento sem foto ou sem medição? |
| Chamados e SLA | O cliente cobra prazo; o contrato pode prever multa. | O prazo é contado por contrato e por prioridade? |
| Agenda e roteirização | Define quantas visitas cabem no dia de cada técnico. | O sistema distribui as ordens por região e por técnico? |
| Peças e estoque | Peça sem baixa distorce o custo e some do estoque. | A peça usada baixa o estoque e entra no custo do ativo? |
| Relatório para o cliente | É a prova do serviço e a base da renovação do contrato. | O relatório sai assinado no fim da visita? |
| Indicadores | Mostram se o plano está funcionando. | MTTR e MTBF são calculados dos registros ou digitados? |
| Integrações | Faturamento e contabilidade costumam ficar no ERP. | Tem API e integração com o ERP que eu já uso? |
Os indicadores essenciais são MTTR, o tempo médio para reparar; MTBF, o tempo médio entre falhas; backlog, o trabalho pendente; percentual de preventiva sobre o total de ordens; e custo de manutenção por ativo. Juntos, eles mostram se a equipe conserta rápido, se os equipamentos falham menos, se o plano cabe na capacidade e para onde vai o dinheiro.
| Indicador | O que mede | Como calcular | Como ler |
|---|---|---|---|
| MTTR | Tempo médio para reparar | Tempo total de reparo ÷ número de reparos | Subindo: falta de peça, diagnóstico demorado ou técnico sem preparo para aquele equipamento. |
| MTBF | Tempo médio de operação entre falhas | Tempo total em operação ÷ número de falhas | Caindo: plano preventivo inadequado ou ativo no fim da vida útil. |
| Disponibilidade | Quanto do tempo o ativo esteve apto a operar | MTBF ÷ (MTBF + MTTR) × 100 | É o número que o cliente sente. Use por ativo crítico, não pela média do parque. |
| Backlog | Trabalho pendente em relação à capacidade | Horas de ordens pendentes ÷ horas disponíveis da equipe por semana (resultado em semanas) | Crescendo sem parar: equipe subdimensionada ou plano maior do que a operação consegue cumprir. |
| % de preventiva | Peso da manutenção planejada | Ordens preventivas ÷ total de ordens × 100 | Baixo: a equipe vive apagando incêndio e a margem do contrato some. |
| Aderência ao plano | Cumprimento do que foi programado | Preventivas feitas no prazo ÷ preventivas programadas × 100 | Abaixo da meta: risco de falha e de descumprir contrato ou norma. |
| Custo por ativo | Quanto cada equipamento consome | Peças + horas técnicas + terceiros no período, por ativo | Alto e crescente: é o argumento para propor reforma ou troca. |
Uma bomba ficou 714 horas em operação no mês, falhou 3 vezes e somou 6 horas de reparo.
Faça a conta com os seus números na calculadora gratuita e entenda cada fórmula no guia do blog.
Um CMMS nasce para cuidar do ativo: plano, histórico, falha e custo de equipamentos dentro de uma planta ou prédio. Um software de Field Service nasce para cuidar do atendimento externo: agenda, deslocamento, técnico externo, cliente e cobrança. Quando a manutenção acontece no endereço de clientes, você precisa dos dois juntos, e é nesse cenário que a Auvo é mais forte.
| Critério | CMMS tradicional | Software de Field Service | Auvo |
|---|---|---|---|
| Centro do sistema | O ativo | O atendimento e o técnico | O ativo e o atendimento, no mesmo registro |
| Onde o trabalho acontece | Dentro da planta ou do prédio próprio | No endereço do cliente, em rota | Nos dois |
| Cliente externo | Geralmente não existe | Cliente, contrato e cobrança | Cliente, contrato, SLA, portal e cobrança |
| Agenda e rota | Escala interna de turno | Roteirização, deslocamento e localização | Agenda, rota e localização dos técnicos |
| Indicadores típicos | MTBF, MTTR, disponibilidade | SLA, resolução na primeira visita, ordens por técnico | Os dois conjuntos |
| Caso típico | Manutenção de linha de produção com equipe própria | Instalação e assistência técnica em residências | Prestadora com contratos de manutenção predial em dezenas de prédios |
Para entender a categoria de atendimento externo, leia o guia de Field Service. Para operações com parque crítico e SLA contratual, o Auvo OPS é o CMMS da Auvo.
Na manutenção industrial o foco é a disponibilidade da linha: criticidade do ativo, parada programada, MTBF e custo acumulado por equipamento. A Auvo atende esse cenário pelo Auvo OPS, com árvore de ativos, planos por uso ou condição e indicadores por ativo, tanto para a equipe própria da planta quanto para a prestadora que atende a indústria com técnicos externos.
Planta, linha, máquina e componente, com criticidade e plano em cada nível.
Rotina disparada por horímetro, contador de ciclos ou leitura fora da faixa.
Peça, hora técnica e terceiro acumulados por equipamento, para decidir entre reformar e trocar.
No Auvo OPS, o Jonas IA, orquestrador das soluções da Auvo, lê o histórico, o manual e a foto do checklist e sugere o próximo passo. Conheça o Auvo OPS e as capacidades de ativos e manutenção e de inteligência e indicadores.
Escolha pelo lugar onde a manutenção acontece e por quem cobra o resultado. Liste ativos e contratos, confira se o técnico registra tudo no celular sem sinal, se o plano gera as ordens sozinho, se o cliente recebe comprovação e se os indicadores saem dos registros. Antes de contratar, teste com um contrato real e um mês de rotinas.
Os dois compartilham a mesma base: ativo com histórico, plano preventivo, ordem de serviço digital, app do técnico offline e relatório para o cliente. A diferença está no tamanho do parque, no peso do SLA e em quantas equipes precisam ser coordenadas.
Para prestadoras de serviço e empresas de manutenção predial com equipe técnica externa própria.
CMMS para operações com ativos críticos, SLA contratual, muitos endereços e equipes próprias e terceirizadas.
Detalhes em Ativos e manutenção.
Conhecer o Auvo OPSValores referenciais variam conforme volume, disciplina do processo e nível de maturidade da operação.
Um exemplo do setor: a TSTeck, de elevadores cremalheira, contou em vídeo como tirou a operação externa do papel. Veja na página de software para elevadores e em clientes e cases.
Traga um contrato real. Na demonstração, mostramos o plano gerando as ordens, o técnico executando no app e o relatório chegando ao cliente.