É o sistema que organiza o serviço de controle de vetores e pragas urbanas: contratos com periodicidade, agenda e rota dos aplicadores, checklist da visita, registro do produto aplicado, da dosagem e dos pontos tratados, fotos, assinatura do cliente e emissão do comprovante de execução. Tudo fica no histórico de cada cliente, pronto para a próxima visita e para a fiscalização.
Na prática, é a ordem de serviço digital com o que o setor exige: o responsável técnico define o procedimento, o aplicador executa e o cliente precisa provar à Vigilância Sanitária que o serviço foi feito, quando foi feito e com qual produto.
Os mais comuns são cliente autuado pela Vigilância Sanitária dizendo que o serviço não foi feito, certificado que atrasa e trava a renovação do alvará do cliente, controle de produtos e dosagens em papel, rota do dia montada no WhatsApp, contrato recorrente que vence sem ninguém renovar e aplicadores que preenchem a visita cada um do seu jeito.
O contrato define a periodicidade, as pragas-alvo e as áreas do cliente. Na data, a ordem de serviço da visita é gerada com o checklist certo e entra na rota do aplicador. No local, ele registra horário, produto, dosagem, pontos tratados, fotos e a assinatura do cliente. O relatório da visita sai da própria OS e serve de comprovante de execução.
A norma da Anvisa para empresas controladoras de pragas, a RDC 622/2022, exige que a empresa entregue ao cliente um comprovante de execução do serviço. Em geral, ele identifica o cliente e o endereço, as pragas-alvo, os produtos usados com concentração e quantidade, o responsável técnico e as orientações de segurança. Confira a lista completa no texto vigente da norma.
| Item | O que registrar | Como fica na Auvo |
|---|---|---|
| Cliente e local | Razão social, endereço e áreas atendidas | Cadastro do cliente com as áreas e os pontos de controle |
| Pragas-alvo | Baratas, roedores, cupins, mosquitos e outras pragas tratadas | Item de seleção no checklist da visita |
| Produto aplicado | Nome comercial, grupo químico, registro do produto e lote | Lista de produtos no checklist, com o lote digitado ou fotografado |
| Dosagem e quantidade | Concentração, quantidade usada e método: pulverização, gel, isca ou outro | Medições obrigatórias: a OS não fecha com o item em branco |
| Pontos tratados | Iscas, armadilhas e áreas, com a condição de cada ponto | Item por ponto de controle, com foto |
| Responsável técnico | Nome e registro profissional do RT | Dados do RT no modelo do relatório |
| Orientações ao cliente | Cuidados após a aplicação e telefone de emergência toxicológica | Texto padrão no relatório, revisado pelo RT |
| Data, horário e assinatura | Início, fim e assinatura do responsável do cliente | Horário registrado pelo app e assinatura no celular |
O programa de manejo de pragas de cada cliente define áreas, pontos de controle, pragas monitoradas e frequência das visitas. Os procedimentos operacionais padronizados descrevem como cada serviço é feito. No sistema, o PMP vira o plano do contrato e os POPs viram checklists por tipo de serviço, para todo aplicador seguir o mesmo roteiro em qualquer cliente.
Muda o que o cliente cobra e o que não pode faltar no registro. Restaurante precisa do comprovante para a Vigilância Sanitária, indústria alimentícia é auditada pelos próprios clientes, hospital restringe horário e área de aplicação e condomínio precisa avisar os moradores. O sistema trata cada perfil com checklist e modelo de relatório próprios, sem refazer o cadastro.
| Cliente | O que ele cobra | O que não pode faltar no registro |
|---|---|---|
| Restaurantes e serviços de alimentação | Comprovante de execução para a Vigilância Sanitária e para as boas práticas | Produto, dosagem, pontos tratados e assinatura em cada visita |
| Indústria alimentícia | Evidência para auditorias de clientes e de certificação | Mapa de pontos, condição de cada ponto e histórico de tendência |
| Hospitais e clínicas | Aplicação em horário e área definidos, sem risco para pacientes | Horário exato, área tratada, produto usado e orientações |
| Condomínios | Visita combinada com o síndico e aviso aos moradores | Áreas comuns tratadas, caixas de gordura e esgoto, fotos e assinatura do zelador |
| Redes com várias unidades | O mesmo padrão em todas as lojas e relatório por unidade | Checklist único e relatório separado por unidade |
Na prática, estes são os ganhos que operações de serviço técnico tipicamente alcançam com a Auvo, nos pontos que mais pesam para uma dedetizadora.
Valores referenciais variam conforme volume, disciplina do processo e nível de maturidade da operação.
A régua é o número de unidades atendidas, o peso do SLA no contrato e quantas equipes trabalham juntas.
Para dedetizadoras com aplicadores próprios, contratos recorrentes e cobrança direta ao cliente.
Para operações que atendem grandes redes com muitas unidades, SLA em contrato e equipes próprias e terceirizadas.
Em uma demonstração, montamos um contrato com visitas recorrentes, o checklist com produto e dosagem e o relatório que vai para o cliente.
É o sistema que organiza o serviço de controle de vetores e pragas urbanas: contratos com periodicidade, agenda e rota dos aplicadores, checklist da visita, registro do produto aplicado, da dosagem e dos pontos tratados, fotos, assinatura do cliente e emissão do comprovante de execução. Tudo fica no histórico de cada cliente, pronto para a próxima visita e para a fiscalização.
Na prática, é a ordem de serviço digital com o que o setor exige: o responsável técnico define o procedimento, o aplicador executa e o cliente precisa provar à Vigilância Sanitária que o serviço foi feito, quando foi feito e com qual produto.
Os mais comuns são cliente autuado pela Vigilância Sanitária dizendo que o serviço não foi feito, certificado que atrasa e trava a renovação do alvará do cliente, controle de produtos e dosagens em papel, rota do dia montada no WhatsApp, contrato recorrente que vence sem ninguém renovar e aplicadores que preenchem a visita cada um do seu jeito.
O contrato define a periodicidade, as pragas-alvo e as áreas do cliente. Na data, a ordem de serviço da visita é gerada com o checklist certo e entra na rota do aplicador. No local, ele registra horário, produto, dosagem, pontos tratados, fotos e a assinatura do cliente. O relatório da visita sai da própria OS e serve de comprovante de execução.
A norma da Anvisa para empresas controladoras de pragas, a RDC 622/2022, exige que a empresa entregue ao cliente um comprovante de execução do serviço. Em geral, ele identifica o cliente e o endereço, as pragas-alvo, os produtos usados com concentração e quantidade, o responsável técnico e as orientações de segurança. Confira a lista completa no texto vigente da norma.
| Item | O que registrar | Como fica na Auvo |
|---|---|---|
| Cliente e local | Razão social, endereço e áreas atendidas | Cadastro do cliente com as áreas e os pontos de controle |
| Pragas-alvo | Baratas, roedores, cupins, mosquitos e outras pragas tratadas | Item de seleção no checklist da visita |
| Produto aplicado | Nome comercial, grupo químico, registro do produto e lote | Lista de produtos no checklist, com o lote digitado ou fotografado |
| Dosagem e quantidade | Concentração, quantidade usada e método: pulverização, gel, isca ou outro | Medições obrigatórias: a OS não fecha com o item em branco |
| Pontos tratados | Iscas, armadilhas e áreas, com a condição de cada ponto | Item por ponto de controle, com foto |
| Responsável técnico | Nome e registro profissional do RT | Dados do RT no modelo do relatório |
| Orientações ao cliente | Cuidados após a aplicação e telefone de emergência toxicológica | Texto padrão no relatório, revisado pelo RT |
| Data, horário e assinatura | Início, fim e assinatura do responsável do cliente | Horário registrado pelo app e assinatura no celular |
O programa de manejo de pragas de cada cliente define áreas, pontos de controle, pragas monitoradas e frequência das visitas. Os procedimentos operacionais padronizados descrevem como cada serviço é feito. No sistema, o PMP vira o plano do contrato e os POPs viram checklists por tipo de serviço, para todo aplicador seguir o mesmo roteiro em qualquer cliente.
Muda o que o cliente cobra e o que não pode faltar no registro. Restaurante precisa do comprovante para a Vigilância Sanitária, indústria alimentícia é auditada pelos próprios clientes, hospital restringe horário e área de aplicação e condomínio precisa avisar os moradores. O sistema trata cada perfil com checklist e modelo de relatório próprios, sem refazer o cadastro.
| Cliente | O que ele cobra | O que não pode faltar no registro |
|---|---|---|
| Restaurantes e serviços de alimentação | Comprovante de execução para a Vigilância Sanitária e para as boas práticas | Produto, dosagem, pontos tratados e assinatura em cada visita |
| Indústria alimentícia | Evidência para auditorias de clientes e de certificação | Mapa de pontos, condição de cada ponto e histórico de tendência |
| Hospitais e clínicas | Aplicação em horário e área definidos, sem risco para pacientes | Horário exato, área tratada, produto usado e orientações |
| Condomínios | Visita combinada com o síndico e aviso aos moradores | Áreas comuns tratadas, caixas de gordura e esgoto, fotos e assinatura do zelador |
| Redes com várias unidades | O mesmo padrão em todas as lojas e relatório por unidade | Checklist único e relatório separado por unidade |
Na prática, estes são os ganhos que operações de serviço técnico tipicamente alcançam com a Auvo, nos pontos que mais pesam para uma dedetizadora.
Valores referenciais variam conforme volume, disciplina do processo e nível de maturidade da operação.
A régua é o número de unidades atendidas, o peso do SLA no contrato e quantas equipes trabalham juntas.
Para dedetizadoras com aplicadores próprios, contratos recorrentes e cobrança direta ao cliente.
Para operações que atendem grandes redes com muitas unidades, SLA em contrato e equipes próprias e terceirizadas.
Em uma demonstração, montamos um contrato com visitas recorrentes, o checklist com produto e dosagem e o relatório que vai para o cliente.